Não há nenhuma existência constante, nem do nosso ser, nem do ser dos objectos. Nós, os nossos juízos e todas as coisas mortais vamos incessantemente fluindo e rolando. Não podemos aceder ao ser, porque toda a natureza humana está sempre no meio, entre o nascimento e a morte, e apenas dá de si mesma uma…

via Montaigne: a vida como palimpsesto — Revista Caliban – Medium

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