Le Cemitière Marin à Sète

Le Cemitière Marin

Μή, φίλα ψυχά, βίον ἀθάνατον σπεῦδε, τὰν δ’ ἔμπρακτον ἄντλει μαχανάν. Pindare, Pythiques, III.  Ce toit tranquille, où marchent des colombes, Entre les pins palpite, entre les tombes ; Midi le juste y compose de feux La mer, la mer, toujours recommencée ! Ô récompense après une pensée Qu’un long regard sur le calme des dieux ! Quel […]

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«Do Ínfimo» no Brasil

Do Ínfimo está prestes a sair no Brasil, pela editora Penalux, de Wilson Gorj e Tonho França. É uma alegria ver chegar o meu primeiro livro de poesia ao Brasil. Agradeço também às minhas editoras portuguesas Gisela Ramos Rosa e Natacha Serrão, pelo convite que me fizeram para integrar a colecção Clepsydra, da editora Coisas de Ler. Por último, ao Prémio Glória de Sant’Anna, que me foi atribuído por esta obra, nas pessoas de Inez Andrade Paes, Andrea Paes e Ricardo Paes (filhos da poeta).

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Carta a Lula

Exmº Sr. Ex-Presidente da República do Brasil Lula da Silva, Há homens que lutam um dia, e são bons; há outros que lutam muitos dias, e são muito bons; há homens que lutam muitos anos, e são melhores; mas há os que lutam toda a vida, esses são os imprescindíveis! Bertold Brecht Peço desculpa por […]

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Sessão em Hamburgo

A 3 de Maio estaremos (Professor Manuel Frias Martins, Renata Guadagnin e eu própria) em Hamburgo, a convite do Instituto Camões e da Universidade de Hamburgo, para celebrar a Festa da Língua Portuguesa. A Sessão terá lugar na Universidade de Hamburgo.   Renata Guadagnin e eu falaremos da poesia contemporânea brasileira e portuguesa, respectivamente, numa […]

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International Conference Memory / Archive / Document – Arts and Architecture

Privilegiando a arquitetura e as práticas artísticas, esta conferência internacional visa discutir investigações actualmente em curso em vários campos académicos, acerca dos usos culturais relacionados com a problemática da memória, do arquivo e do documento. Nesse sentido, favorecendo diferentes abordagens geográficas e metodológicas com o objectivo de se avaliarem dimensões transversais do tema, aceitam-se propostas de apresentações individuais ou painéis de sessão.

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Da técnica ao vazio da indiferença

O sonho do homem é a técnica, foi sempre a técnica, enquanto reflexo do domínio da natureza. Era nele que Nietzsche via esse «animal inacabado», que se completava pela racionalidade e pelo consequente domínio científico e da técnica. Hoje, que lugar ocupa ela na nossa sociedade e na nossa cultura? Terá contribuído para essa ideia de progresso, tão perseguida ao longo da história?

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Rotas da Lusofonia

Se Pessoa se lê de formas diferentes, é ainda, no entanto, a sua alma que ressoa, a sua língua, tal como o é em Camões ou qualquer outro autor, de um lado ou de outro. Resta-nos a humildade (este é o gesto decente, o do reconhecimento) das vozes dos escritores, ficcionistas e poetas, de vários países, todos eles grandiosos, todos eles portadores de um espírito e de um tempo, de uma poética lavrando-se nesta terreno fértil da língua. E não poderia ser de outro modo, senão o de trazermos em nós memórias de outros tempos, de autores que nos antecederam e aqui chegaram, num solo comum. Porque a língua materna é a do canto da nossa mãe, em que ouvimos as primeiras histórias, as primeiras palavras, cheia de ressonâncias afectivas.

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Ler no Chiado; uma tarde de primavera poética

Acima de tudo, está esse estremecimento do mundo, essa viagem que nos põe em contacto com o enigma da linguagem e da poesia. A «alegria» de que fala Gusmão, no seu poema «A Perfeição das Coisas». Uma alegria que nasce dessa vibração íntima e inexplicável, capaz de juntar tanta gente num final de tarde, em escuta.

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