Sessão em Hamburgo

A 3 de Maio estaremos (Professor Manuel Frias Martins, Renata Guadagnin e eu própria) em Hamburgo, a convite do Instituto Camões e da Universidade de Hamburgo, para celebrar a Festa da Língua Portuguesa. A Sessão terá lugar na Universidade de Hamburgo.   Renata Guadagnin e eu falaremos da poesia contemporânea brasileira e portuguesa, respectivamente, numa […]

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International Conference Memory / Archive / Document – Arts and Architecture

Privilegiando a arquitetura e as práticas artísticas, esta conferência internacional visa discutir investigações actualmente em curso em vários campos académicos, acerca dos usos culturais relacionados com a problemática da memória, do arquivo e do documento. Nesse sentido, favorecendo diferentes abordagens geográficas e metodológicas com o objectivo de se avaliarem dimensões transversais do tema, aceitam-se propostas de apresentações individuais ou painéis de sessão.

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Da técnica ao vazio da indiferença

O sonho do homem é a técnica, foi sempre a técnica, enquanto reflexo do domínio da natureza. Era nele que Nietzsche via esse «animal inacabado», que se completava pela racionalidade e pelo consequente domínio científico e da técnica. Hoje, que lugar ocupa ela na nossa sociedade e na nossa cultura? Terá contribuído para essa ideia de progresso, tão perseguida ao longo da história?

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Rotas da Lusofonia

Se Pessoa se lê de formas diferentes, é ainda, no entanto, a sua alma que ressoa, a sua língua, tal como o é em Camões ou qualquer outro autor, de um lado ou de outro. Resta-nos a humildade (este é o gesto decente, o do reconhecimento) das vozes dos escritores, ficcionistas e poetas, de vários países, todos eles grandiosos, todos eles portadores de um espírito e de um tempo, de uma poética lavrando-se nesta terreno fértil da língua. E não poderia ser de outro modo, senão o de trazermos em nós memórias de outros tempos, de autores que nos antecederam e aqui chegaram, num solo comum. Porque a língua materna é a do canto da nossa mãe, em que ouvimos as primeiras histórias, as primeiras palavras, cheia de ressonâncias afectivas.

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Ler no Chiado; uma tarde de primavera poética

Acima de tudo, está esse estremecimento do mundo, essa viagem que nos põe em contacto com o enigma da linguagem e da poesia. A «alegria» de que fala Gusmão, no seu poema «A Perfeição das Coisas». Uma alegria que nasce dessa vibração íntima e inexplicável, capaz de juntar tanta gente num final de tarde, em escuta.

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Mais um passo para a ditadura: a execução de Marielle Franco

O dia 14 de Março de 2018, em que Marielle Franco foi executada no seu carro juntamente com o seu motorista, é um dia de vergonha para os seus algozes, por detrás de quem se escondem grandes interesses políticos, um dia de tristeza profunda para aqueles que viam na bela guerreira uma esperança para milhões de brasileiros sem voz nem existência, sujeitos à violência policial diária, sem que isso corresponda minimamente a uma resolução do problema da criminalidade do Brasil. A morte de Marielle é uma facada funda no coração da democracia, mais uma, que vem mostrar o verdadeiro rosto de quem governa hoje o Brasil, o qual caminha a largos passos para uma ditadura, perante a indiferença do mundo, não obstante a sua evidência.

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O Affair Passos Coelho, ainda

Apetecia-me começar este texto com as obrigações implícitas no estatuto da carreira docente e as alterações trazidas pelo acordo que Bolonha trouxe às universidades portuguesas. É habitual ouvirmos os professores (não apenas os universitários) queixarem-se por causa do acréscimo de trabalho trazido pelas necessidades prementes da avaliação, que não se faziam sentir antes, de forma […]

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