Reaprender o mundo na luz da manhã

Quando nasci voltei a reaprender a traduzir o mundo maior (…) Gisela Ramos Rosa Este é o segundo livro da autora, já que o primeiro havia sido publicado em 2006 e intitulava-se Vasos Comunicantes, fruto de um intenso diálogo com a belíssima poesia de António Ramos Rosa, um poeta maior da nossa literatura, recentemente desaparecido. […]

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Helena Vasconcelos

Humilhação e Glória

Vasconcelos, Helena, Humilhação e Glória, editora Quetzal, textos breves, Lisboa, 2012. Em 2009, Helena Vasconcelos surpreendeu-nos agradavelmente com o ensaio, A Infância é um Território Desconhecido. O território da infância, tão mal conhecido (e infantilizado), foi o seu objecto de investigação. O livro, se bem se lembram os seus leitores, foi discretamente recebido, apesar da […]

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Maria Filomena Molder

Que das cinzas renasça o vivo

Molder, Maria Filomena, O Químico e o Alquimista, Benjamin, Leitor de Baudelaire, Relógio d’água, Lisboa, 2011. É de saudar a publicação desta obra de Maria Filomena Molder, por várias razões. Era notada a ausência de uma publicação consagrada ao pensamento benjaminiano, que tomasse o seu objecto entre mãos, de forma tão rigorosa e completa como […]

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Walter Benjamin

A débil luz entre as ruínas

Walter Benjamin, O Anjo da História, Obras escolhidas de Walter Benjamin, tradução de João Barrento, editora Assírio & Alvim, Lisboa, 2010. “Há um quadro de Klee intitulado Angelus Novus. Representa um anjo que parece preparar-se para se afastar de qualquer coisa que olha fixamente. Tem os olhos esbugalhados, a boca escancarada e as asas abertas. […]

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Escrever a Bordo dos Dias

João Barrento, O Género Intranquilo – anatomia do ensaio e do fragmento, editora Assírio & Alvim. O ensaio faz-se a bordo dos dias. E a bordo dos livros, na leitura acidental, mais do que na dirigida. É sempre o mais tangencial que me leva ao centro, núcleo duro, pérola de ostra, nó de rizoma, ponto […]

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O Lugar onde as coisas começam

Luís Quintais, Riscava a palavra dor no quadro negro, Cotovia, Lisboa, 2010. Luís Quintais começou a publicar em 1995, com um livro que se intitulava A Imprecisa Melancolia, o qual o colocou imediatamente em destaque, ao arrecadar o Prémio Aula de Poesia de Barcelona. Regressa em 1999 à poesia. Repartido entre uma carreira de antropólogo […]

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Fiéis ao desbaratar da luz

Fiéis ao desbaratar da luz Armando Silva Carvalho, Anthero, Areia & Água, Editora Assírio & Alvim, Lisboa, 2010. É o primeiro poema deste livro que dá o título à obra e começa assim uma obra que nos deixa sem fôlego: “Como todos acabamos, acabaste./Mas não acabaste como quase todos acabamos./Sentaste-te num banco de jardim,/Separado pelo […]

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