Um cavalo de fogo, a tua voz trémula
Im memoriam de António Ramos Rosa Alucinada, entro no tropel dos teus versos soltos e largos, avassaladores, desenhando-se secretamente no rumor quase silêncio, inquieta, esta rosa do tempo lentamente florindo na noite. Ah, assombro, assombro de um lugar onde já nem espaço tem para se abrigar, este frémito do coração, que bate ao […]
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