António Cabrita publica na editora Exclamação

A editora Exclamação, propriedade de Nuno Gomes, acaba de lançar uma nova colecção, intitulada MU. Para inaugurar esta colecção, será lançado o livro de António Cabrita, A Paixão segundo João de Deus. António Cabrita é conhecido como poeta e ensaísta, tendo publicado em editoras como a Abysmo (ficção) e também irá publicar com a editora […]

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Festival Literário Luso-Afro-Brasileiro

O Festival Literário Luso-afro-brasileiro — Festlab vai reunir escritores, jornalistas, críticos literários e educadores, pelo segundo ano consecutivo, em Luanda, capital angolana. Do Portugal participa Maria João Cantinho, poeta, crítica e ensaísta, e, do lado brasileiro, participam Josélia Aguiar, Felipe Fortuna, Marta Morais da Costa, Flávia Amparo e Mirna Queiroz.

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Rotas da Lusofonia

Se Pessoa se lê de formas diferentes, é ainda, no entanto, a sua alma que ressoa, a sua língua, tal como o é em Camões ou qualquer outro autor, de um lado ou de outro. Resta-nos a humildade (este é o gesto decente, o do reconhecimento) das vozes dos escritores, ficcionistas e poetas, de vários países, todos eles grandiosos, todos eles portadores de um espírito e de um tempo, de uma poética lavrando-se nesta terreno fértil da língua. E não poderia ser de outro modo, senão o de trazermos em nós memórias de outros tempos, de autores que nos antecederam e aqui chegaram, num solo comum. Porque a língua materna é a do canto da nossa mãe, em que ouvimos as primeiras histórias, as primeiras palavras, cheia de ressonâncias afectivas.

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Colecção Trás-os Mares

A presença de autores portugueses no Brasil está para breve. Renato Rezende, editor da Circuito, irá lançar 5 autores portugueses de grande qualidade no Brasil: Hélia Correia (Adoecer), Maria da Conceição Caleiro (Até para o Ano em Jerusalém), Jaime Rocha (Loucura Branca), António Cabrita (Éter) e Rui Nunes (Nocturno Europeu).

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A Febre das Almas Sensíveis

Neste romance que foi finalista do Prémio Leya, Isabel Rio Novo aborda uma época que foi marcada pela tuberculose, que ofereceu o contexto ao romantismo na literatura universal. Quem não se lembra de Camilo ou dos grandes romances do século XIX.Ou do mítico romance de Thomas Mann, A Montanha Mágica, nesse sanatório dos Alpes Suíços?

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Isabel Ramos: o sentido da (des)ordem

Um universo inquietante, perturbador e isso seria ainda dizer pouco, pois não se trata apenas da estranheza das personagens, das leis que nos escapam, dos gestos que ultrapassam os seus autores. Há também aqui uma escrita que se destaca pelo seu rigor limpo, pela sua depuração que denuncia um trabalho moroso de escriba e uma agilidade na construção dos contos que revela um trabalho prévio de encenação, para encontrar no conto um acabamento perfeito. Uma escrita que revela, também, uma leitura (e transfigurada) de autores como Beckett ou Michaux, dos mestres do absurdo na literatura.

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Que os cravos nos sejam eternos

Para o meu pai (In Memoriam) Eu deveria andar por esta idade, há 43 anos, quando se deu a revolução dos cravos. Não vivia em Portugal, nessa altura, mas sim em Angola. Pertenci ao rol dos que regressaram após o 25 de Abril, aquando da independência e da libertação das colónias, com o final daquela […]

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Marcia Tiburi: a escrita como o “lugar da ética”

 Há algo que não combina com a hospitalidade portuguesa e Marcia Tiburi. Somos lestos, em Portugal, em receber poetas brasileiros, ficcionistas brasileiros, músicos e artistas brasileiros. Somos lestos, cedemos aos encantos daquela língua que mais se assemelha a um canto e quando regressam ao Brasil têm que deixar garantido o seu regresso. Vejam-se os casos […]

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