Le Cemitière Marin à Sète

Le Cemitière Marin

Μή, φίλα ψυχά, βίον ἀθάνατον σπεῦδε, τὰν δ’ ἔμπρακτον ἄντλει μαχανάν. Pindare, Pythiques, III.  Ce toit tranquille, où marchent des colombes, Entre les pins palpite, entre les tombes ; Midi le juste y compose de feux La mer, la mer, toujours recommencée ! Ô récompense après une pensée Qu’un long regard sur le calme des dieux ! Quel […]

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«Do Ínfimo» no Brasil

Do Ínfimo está prestes a sair no Brasil, pela editora Penalux, de Wilson Gorj e Tonho França. É uma alegria ver chegar o meu primeiro livro de poesia ao Brasil. Agradeço também às minhas editoras portuguesas Gisela Ramos Rosa e Natacha Serrão, pelo convite que me fizeram para integrar a colecção Clepsydra, da editora Coisas de Ler. Por último, ao Prémio Glória de Sant’Anna, que me foi atribuído por esta obra, nas pessoas de Inez Andrade Paes, Andrea Paes e Ricardo Paes (filhos da poeta).

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Sessão em Hamburgo

A 3 de Maio estaremos (Professor Manuel Frias Martins, Renata Guadagnin e eu própria) em Hamburgo, a convite do Instituto Camões e da Universidade de Hamburgo, para celebrar a Festa da Língua Portuguesa. A Sessão terá lugar na Universidade de Hamburgo.   Renata Guadagnin e eu falaremos da poesia contemporânea brasileira e portuguesa, respectivamente, numa […]

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Rotas da Lusofonia

Se Pessoa se lê de formas diferentes, é ainda, no entanto, a sua alma que ressoa, a sua língua, tal como o é em Camões ou qualquer outro autor, de um lado ou de outro. Resta-nos a humildade (este é o gesto decente, o do reconhecimento) das vozes dos escritores, ficcionistas e poetas, de vários países, todos eles grandiosos, todos eles portadores de um espírito e de um tempo, de uma poética lavrando-se nesta terreno fértil da língua. E não poderia ser de outro modo, senão o de trazermos em nós memórias de outros tempos, de autores que nos antecederam e aqui chegaram, num solo comum. Porque a língua materna é a do canto da nossa mãe, em que ouvimos as primeiras histórias, as primeiras palavras, cheia de ressonâncias afectivas.

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Ler no Chiado; uma tarde de primavera poética

Acima de tudo, está esse estremecimento do mundo, essa viagem que nos põe em contacto com o enigma da linguagem e da poesia. A «alegria» de que fala Gusmão, no seu poema «A Perfeição das Coisas». Uma alegria que nasce dessa vibração íntima e inexplicável, capaz de juntar tanta gente num final de tarde, em escuta.

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“Do Ínfimo” sairá em breve no Brasil pela Editora Penalux

É uma grande novidade e é corajoso, da parte da editora Penalux, editar um autor português, sobretudo numa área como a poesia. Ainda sem data marcada, mas para breve, o meu livro sairá pelas mãos dos editores Tonho França e Wilson Gorj, no Brasil.

Recordo que à obra Do Ínfimo foi atribuído o Prémio Glória de Sant’Anna, de 2017, respeitante aos livros de 2016, bem como esteve nomeado como finalista no Prémio de Poesia do PEN Club Português.

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Alberto Pucheu: dizer, interrogar o (im)possível

Leitor voraz de filososofia e poesia antiga e contemporânea, num amplo espectro que vai de Platão a Agamben, Derrida Benjamin, Pucheu dialoga com o pensamento e a poesia clássicos, mas igualmente com a poesia contemporânea, fundindo géneros e registos vários que atravessam em ritmo torrencial o(s) poema(s). E essa torrente narrativa convoca o grandioso, o sublime, o menor, o trivial e o extraordinário numa escrita convulsa em que o múltiplo e a dialéctica, o paradoxo, se entrelaçam para nos dar a forma do poema essencialmente narrativo, numa fidelidade à vida.

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