Festival Literário Luso-Afro-Brasileiro

O Festival Literário Luso-afro-brasileiro — Festlab vai reunir escritores, jornalistas, críticos literários e educadores, pelo segundo ano consecutivo, em Luanda, capital angolana. Do Portugal participa Maria João Cantinho, poeta, crítica e ensaísta, e, do lado brasileiro, participam Josélia Aguiar, Felipe Fortuna, Marta Morais da Costa, Flávia Amparo e Mirna Queiroz. Continue reading Festival Literário Luso-Afro-Brasileiro

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«Do Ínfimo» no Brasil

Do Ínfimo está prestes a sair no Brasil, pela editora Penalux, de Wilson Gorj e Tonho França. É uma alegria ver chegar o meu primeiro livro de poesia ao Brasil. Agradeço também às minhas editoras portuguesas Gisela Ramos Rosa e Natacha Serrão, pelo convite que me fizeram para integrar a colecção Clepsydra, da editora Coisas de Ler. Por último, ao Prémio Glória de Sant’Anna, que me foi atribuído por esta obra, nas pessoas de Inez Andrade Paes, Andrea Paes e Ricardo Paes (filhos da poeta). Continue reading «Do Ínfimo» no Brasil

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“Do Ínfimo” sairá em breve no Brasil pela Editora Penalux

É uma grande novidade e é corajoso, da parte da editora Penalux, editar um autor português, sobretudo numa área como a poesia. Ainda sem data marcada, mas para breve, o meu livro sairá pelas mãos dos editores Tonho França e Wilson Gorj, no Brasil.

Recordo que à obra Do Ínfimo foi atribuído o Prémio Glória de Sant’Anna, de 2017, respeitante aos livros de 2016, bem como esteve nomeado como finalista no Prémio de Poesia do PEN Club Português. Continue reading “Do Ínfimo” sairá em breve no Brasil pela Editora Penalux

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O resto é rosto: rastros Do ínfimo, de Maria João Cantinho; por Danielle Magalhães

Juan de la Cruz, Rumi e Eckart povoam “O lento passo dos nómadas”. Eu arrisco a dizer que todos os passos Do ínfimo são nômades, são todos outros e todos abertos à alteridade, todos passagens, fazendo dos passos, dos impasses, dos saltos e dos abismos começos possíveis de transitar. Do ínfimo é dedicado a todos “que caminham descalços”, aos “que caminham de olhos cerrados”, aos “que caminham de rosto coberto”, aos que “caminham e nunca chegam/ peregrinos de um clarão sem nome” – versos iniciais do poema “Os Peregrinos”. Continue reading O resto é rosto: rastros Do ínfimo, de Maria João Cantinho; por Danielle Magalhães

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Perplexidades e equilíbrios

É um livro de grande equilíbrio, que tem arquitectura e é meditado, denotando ampla consciência do seu ofício. Sendo discursivo não cai no vício da retórica; o seu léxico medido e uma expressividade controlada não perdem de vista os seus efeitos emocionais embora prescinda de se meter em ponta dos pés, no afã de cativar o leitor por um “sensacionalismo das imagens”. Continue reading Perplexidades e equilíbrios

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“tem que ser navegando a longa noite”*

Mais do que linguagem, a poesia é antes um «outro olhar», religando o que se encontra separado, reencontrando esse sentido que não havia. Uma convocação, do sagrado ou disso para o qual não há nome, mas que nos permite nomear, reconhecer cada gesto, cada planta, cada animal. Algo que não está para além, mas que existe no íntimo de cada coisa e que a Linguagem faz despertar. Neste sentido, então, um outro modo de olhar o ínfimo e devolver-lhe o fulgor ou o sopro. Continue reading “tem que ser navegando a longa noite”*

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“Estamos hoje tão atordoados pelas luzes e pelo ruído que perdemos a capacidade de escutar e de olhar para as pequenas coisas”

“Estamos hoje tão atordoados pelas luzes e pelo ruído que perdemos a capacidade de escutar e de olhar para as pequenas coisas” Continue reading “Estamos hoje tão atordoados pelas luzes e pelo ruído que perdemos a capacidade de escutar e de olhar para as pequenas coisas”

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Pensar a alegoria em Walter Benjamin

No dia em que se fizer a história da recepção de Walter Benjamin em Portugal, este livro da Maria João será uma chave fundamental para a compreensão da mesma. Ele situa-se como ponto charneira da segunda geração de leitores de Walter Benjamin, segunda geração que se segue e que é herdeira, uma herança, aliás, nada a contragosto contrariamente a outras heranças, de figuras como Filomena Molder, João Barrento ou Bragança de Miranda. O mais interessante, aliás, é ver como esta história percorre o livro de uma ponta à outra e como as clivagens e as diferenças que existem na recepção de Benjamin encontram uma tensão produtiva na própria formulação conceptual da alegoria. Continue reading Pensar a alegoria em Walter Benjamin

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Paul Celan: Da Ética do Silêncio à Poética do Encontro

Já está mesmo a sair o livro “Paul Celan: Da Ética do Silêncio à Poética do Encontro” co-editado por Cristina Beckert, Carlos João Correia, Ricardo Gil Soeiro e Maria João Cantinho. A capa é uma beleza, do pintor Anselm Kiefer.   Continue reading Paul Celan: Da Ética do Silêncio à Poética do Encontro

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