Marcia Tiburi: a escrita como o “lugar da ética”

 Há algo que não combina com a hospitalidade portuguesa e Marcia Tiburi. Somos lestos, em Portugal, em receber poetas brasileiros, ficcionistas brasileiros, músicos e artistas brasileiros. Somos lestos, cedemos aos encantos daquela língua que mais se assemelha a um canto e quando regressam ao Brasil têm que deixar garantido o seu regresso. Vejam-se os casos […]

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“Não quero ser nada”

Entrevista minha concedida a Paulo José Miranda, para o jornal “Hoje Macau” Tens uma obra dividida pelo ensaio e pela poesia, e ambas reconhecidas. Gostava que falasses acerca do modo como entendes cada uma delas, no teu modo de escrita, e também em relação aos outros, ou seja como vês essas escritas para além da […]

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Aquilino ou a escrita vital

Texto do Prémio Jacinto Prado Coelho, Aquilino – a escrita vital, de José Carlos Seabra Pereira É uma honra para nós, que constituímos o Júri do Prémio Jacinto Prado Coelho, atribui-lo a uma figura tão meritória quanto o Professor, investigador e ensaísta José Carlos Seabra Pereira, em ex-aequo com Fernando Cabral Martins. A nossa tarefa, […]

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Prémios do PEN Clube Português (shortlist)

Short list dos prémios PEN, patrocinados pela DGLAB e divulgada em 28.9.2015, para as obras de Poesia, Ensaio e Narrativa publicadas em 2014: Poesia “A Misericórdia dos Mercados”, de Luís Filipe Castro Mendes; “Entrepoemas”, de J. Alberto de Oliveira; “Os Armários da Noite”, de Alice Vieira; “O Tempo é Renda”, de Isabel Mendes Ferreira; “O […]

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Entre a poesia e a pintura: Ana Hatherly

Ana Hatherly (1929-2005) foi uma figura maior da cultura portuguesa contemporânea, enquanto poeta, artista plástica, ensaísta e professora. Tendo sido sócia co-fundadora do PEN Clube Português, foi posteriormente membro dos corpos gerentes do PEN até ao ano de 2009 e Presidente do Committee for Translation and Linguistic Rights of International PEN. Ana Hatherly também pertenceu à Direcção da Associação […]

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Luís Miguel Nava ou do corpo como inscrição radical

Há quem de quanto escreve faça túneis através dos quais se move sem ser visto. Quando, por exemplo, eu digo ou escrevo eu ou ele, qualquer dessas palavras parte em busca de alguém a quem se ajuste. São palavras que sufocam, que boiam à deriva até encontrarem algo com que possam respirar.

Luís Miguel Nava, “Eu, Ele”, in Rebentação (Nava, 2002, p. 103).

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Jeanne-Marie Gagnebin: Walter Benjamin não pode ser mais um fetiche cultural

Partilho no Blog a entrevista de Jeanne-Marie Gagnebin, conduzida por Paulo Carvalho, para deleite dos benjaminianos. Para Jeanne Marie Gagnebin, uma das mais reconhecidas e admiradas pesquisadoras da obra de Walter Benjamin, deveríamos resistir à tentação de transformar os escritos do pensador alemão em mais um fetiche, em mais um “bem cultural” circulando em um […]

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