Vamos dar cabo da Literatura

Mário de Carvalho é um dos autores mais conceituados da literatura portuguesa contemporânea. Com uma obra vasta e versátil, é contista, dramaturgo, romancista, cronista e ensaísta. Provocante, irónico, tem todas as qualidades necessarias para “dar cabo da literatura” e pôr-nos a pensar nela. Escritor que viveu na pele a ditadura de Salazar, perseguido e exilado, […]

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Ironia, Interrupção e Montagem no Teatro Épico

Brecht opõe o seu teatro épico ao teatro, dramático no sentido estreito do termo, a partir do qual Aristóteles formulou a sua teoria. É por isso que Brecht apresenta a dramaturgia correspondente como não-aristotélica, tal como Riemann criou uma geometria não-euclideana. Walter Benjamin, “O que é o Teatro Épico”, Oeuvres III, p. 321. Brecht, segundo […]

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Conferência na Universidade de Poitiers

No próximo dia 13 de Outubro darei uma conferência na Universidade de Poitiers, a convite do Centro de Língua Portuguesa do Instituto Camões, sobre a relação entre a literatura e a Filosofia. Sinopse: Partindo do modo como a poesia (sobretudo a épica) esteve sempre na base da educação e da transmissão da tradição, ao longo […]

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Apresentação de “Efeitos de Captura”

Luís Filipe Sarmento completa este ano 40 anos de carreira literária e a sua obra percorre um largo espectro, desde ficção a poesia e teatro. Tendo-se estreado em 1975, ainda muito jovem, com a sua recolha poética A Idade do Fogo, tem na sua bibliografia 19 livros publicados, sobretudo de poesia. A sua obra encontra-se […]

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Prémios do PEN Clube Português (shortlist)

Short list dos prémios PEN, patrocinados pela DGLAB e divulgada em 28.9.2015, para as obras de Poesia, Ensaio e Narrativa publicadas em 2014: Poesia “A Misericórdia dos Mercados”, de Luís Filipe Castro Mendes; “Entrepoemas”, de J. Alberto de Oliveira; “Os Armários da Noite”, de Alice Vieira; “O Tempo é Renda”, de Isabel Mendes Ferreira; “O […]

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Os nomes de deus

Eu era Hamlet. Estava à beira-mar e falava, com a ressaca, na língua do blablablá. Atrás de mim, as ruínas da Europa. Heiner Müller   Nos poemas, dir-me-ás, poeta de mãos melífluas e cigarro cansado, pode ainda escrever-se o nome de deus esse hieróglifo sujo de sangue   ainda me citas o outro , enquanto […]

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