Le Cemitière Marin à Sète

Le Cemitière Marin

Μή, φίλα ψυχά, βίον ἀθάνατον σπεῦδε, τὰν δ’ ἔμπρακτον ἄντλει μαχανάν. Pindare, Pythiques, III.  Ce toit tranquille, où marchent des colombes, Entre les pins palpite, entre les tombes ; Midi le juste y compose de feux La mer, la mer, toujours recommencée ! Ô récompense après une pensée Qu’un long regard sur le calme des dieux ! Quel pur travail de fins éclairs consume Maint diamant d’imperceptible écume, … Continue reading Le Cemitière Marin

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Os nomes de deus

Eu era Hamlet. Estava à beira-mar e falava, com a ressaca, na língua do blablablá. Atrás de mim, as ruínas da Europa. Heiner Müller   Nos poemas, dir-me-ás, poeta de mãos melífluas e cigarro cansado, pode ainda escrever-se o nome de deus esse hieróglifo sujo de sangue   ainda me citas o outro , enquanto vazas o copo e as notícias passam na TV voltaste … Continue reading Os nomes de deus

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O Baile Final

Poderíamos chamar James Ensor ou um qualquer pintor do desencanto antes pintor, diria o outro, o do spleen, do que fotógrafo, esses idólatras do real.   E a noite das sombras, a do século que entrou a pique no optimismo da técnica que faremos dela senão cantá-la?   Withman ou Pessoa, Eliot, ou ainda a miragem de Orfeu piscando o olho à sua Eurídice aquela … Continue reading O Baile Final

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