Eros, Fragmento e Orientalismo na obra de Casimiro de Brito

  Quem abriu a porta? Quem a fechou? Onde há porta? Onde não as há? Apoteose das pequenas coisas, p. 71.   Aquilo que me prende à escrita de Casimiro e, sobretudo, à sua poética, que leio e releio um pouco ao acaso porque a ela sempre volto como um gesto antigo – descobri Casimiro…

De um rio que se sonha e canta

842 A língua que falamos não é apenas uma fonte originária. É também uma respiração. É também um destino. Cada vez é a primeira e a última vez. Haverá mais rios mas só neste, e agora, me banho. E naufrago.   Já não me lembro em que momento mergulhei no leito deste rio que é a…