Luís Miguel Nava ou do corpo como inscrição radical

Há quem de quanto escreve faça túneis através dos quais se move sem ser visto. Quando, por exemplo, eu digo ou escrevo eu ou ele, qualquer dessas palavras parte em busca de alguém a quem se ajuste. São palavras que sufocam, que boiam à deriva até encontrarem algo com que possam respirar.

Luís Miguel Nava, “Eu, Ele”, in Rebentação (Nava, 2002, p. 103).

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Festival Internacional de Poesia em Marrakech

Túmulo de Al-Mutamid em Aghmat Durante os dias 7, 8 e 9 de Abril decorreu o Festival Internacional de Marrakech, sob a direcção do poeta Said Tigraoui. Estiveram presentes poetas de várias nacionalidades: Adnan Yaseen, Maya Abou Alhayyat, o alemão Michael Augustin ( Director do Festival Internacional de Poesia de Bremen), o palestiniamo Walid Al-Kilani, a […]

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Festival International de Poésie de Marrakech

Estarei presente no Festival International de Poésie de Marrakech, dirigido pelo poeta Said Tigraoui. Nos próximos dias 7, 8 e 9 de Abril irei participar na segunda edição do Festival International de Poésie de Marrakech, organizado por Said Tigraoui. A segunda edição do Festival Internacional de Poesia de Marrakech será durante os dias 7, 8, […]

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