Adolfo Casais Monteiro: o estrangeiro definitivo

Uns dizem que os meus versos são tristes,/outros que são abstractos./Mas eu não tenho culpa que a carne da inteligência/seja triste, e inteligente. Adolfo Casais Monteiro, O Estrangeiro Definitivo, 1969. Toda a poesia é impura e se torna pura. Tem barro humano e é barro humano. Adolfo Casais Monteiro, A palavra Essencial, p.83. Passados 43 […]

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