Lançamentos do Anjo Melancólico

A editora Nota de Rodapé e a autora, Maria João Cantinho, convidam-no para os próximos lançamentos do livro: No dia 16 será em Coimbra, pelas 18, 30, na Casa da Escrita. Com apresentação de Luís Quintais, Poeta e Professor. Endereço: Rua Dr. João Jacinto nº 8 • Sé Nova • 3000-225 Coimbra No dia 17 será em Santarém, na Sala de Leitura Bernardo Santareno, pelas 18,30. … Continue reading Lançamentos do Anjo Melancólico

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Aquilino ou a escrita vital

Texto do Prémio Jacinto Prado Coelho, Aquilino – a escrita vital, de José Carlos Seabra Pereira É uma honra para nós, que constituímos o Júri do Prémio Jacinto Prado Coelho, atribui-lo a uma figura tão meritória quanto o Professor, investigador e ensaísta José Carlos Seabra Pereira, em ex-aequo com Fernando Cabral Martins. A nossa tarefa, perante obras de dimensão ensaística tão rica, não foi fácil. … Continue reading Aquilino ou a escrita vital

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Prémios do PEN Clube Português (shortlist)

Short list dos prémios PEN, patrocinados pela DGLAB e divulgada em 28.9.2015, para as obras de Poesia, Ensaio e Narrativa publicadas em 2014: Poesia “A Misericórdia dos Mercados”, de Luís Filipe Castro Mendes; “Entrepoemas”, de J. Alberto de Oliveira; “Os Armários da Noite”, de Alice Vieira; “O Tempo é Renda”, de Isabel Mendes Ferreira; “O Vidro”, de Luís Quintais. Ensaio “António Lobo Antunes. A Desordem … Continue reading Prémios do PEN Clube Português (shortlist)

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Entre a poesia e a pintura: Ana Hatherly

Ana Hatherly (1929-2005) foi uma figura maior da cultura portuguesa contemporânea, enquanto poeta, artista plástica, ensaísta e professora. Tendo sido sócia co-fundadora do PEN Clube Português, foi posteriormente membro dos corpos gerentes do PEN até ao ano de 2009 e Presidente do Committee for Translation and Linguistic Rights of International PEN. Ana Hatherly também pertenceu à Direcção da Associação Portuguesa de Escritores (APE). Nascida no Porto, no ano de … Continue reading Entre a poesia e a pintura: Ana Hatherly

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A Teia de Penélope e o Anel da Tradição

Sabe-se que, na sua obra, Proust não descreveu uma vida tal como ela ocorreu, mas uma vida tal como aquele que a viveu a rememora. E esta fórmula permanece aproximada e demasiado grosseira. Porque aquilo que desempenha aqui o papel essencial, para o autor que se lembra das suas recordações, nada tem a ver com o que viveu, mas com o tecido das suas recordações, … Continue reading A Teia de Penélope e o Anel da Tradição

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Revista “Círculo de Giz”

Já se encontra disponível o primeiro número da revista Círculo de Giz, editada por Diogo Nunes Sumário 1. Uma viagem sem destino: o conceito de liberdade em Easy Rider(Eduardo Gusmão de Quadros) 2. “O porto é a porta”: um breve per-curso do encontro entre a antropologia e a teologia presentes na prosa de Clarice Lispector(Alessandra Serra Viegas) 3. Calabar e o questionamento à imagem indianista … Continue reading Revista “Círculo de Giz”

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Luís Miguel Nava ou do corpo como inscrição radical

Há quem de quanto escreve faça túneis através dos quais se move sem ser visto. Quando, por exemplo, eu digo ou escrevo eu ou ele, qualquer dessas palavras parte em busca de alguém a quem se ajuste. São palavras que sufocam, que boiam à deriva até encontrarem algo com que possam respirar.

Luís Miguel Nava, “Eu, Ele”, in Rebentação (Nava, 2002, p. 103).
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Jeanne-Marie Gagnebin: Walter Benjamin não pode ser mais um fetiche cultural

Partilho no Blog a entrevista de Jeanne-Marie Gagnebin, conduzida por Paulo Carvalho, para deleite dos benjaminianos. Para Jeanne Marie Gagnebin, uma das mais reconhecidas e admiradas pesquisadoras da obra de Walter Benjamin, deveríamos resistir à tentação de transformar os escritos do pensador alemão em mais um fetiche, em mais um “bem cultural” circulando em um sistema de consumismo cego, de mera acumulação, cuja lógica esvaziada … Continue reading Jeanne-Marie Gagnebin: Walter Benjamin não pode ser mais um fetiche cultural

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Maria Gabriela Llansol

Exercitaremos os pés por entre as imagens e as mãos sobre a escrita

“Ana de Peñalosa não amava os livros: amava a fonte de energia visível que eles constituem quando descobria imagens e imagens na sucessão das descrições e dos conceitos”. Maria Gabriela Llansol, O Livro das Comunidades, p. 75. “Écrire, c’est rentrer dans l’affirmation de la solitude où menace la fascination. C’est se livrer au risque de l’absence de temps, où règne le recommencement éternel.(…)Écrire, c’est disposer … Continue reading Exercitaremos os pés por entre as imagens e as mãos sobre a escrita

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